Linha do Tempo

  • 1905-1928

    26 de fevereiro de 1905: José Monteiro Ribeiro Junqueira, João Duarte Ferreira e Norberto Custódio Ferreira fundam a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, com sede na cidade de Cataguases, Minas Gerais.
    1907: A Cataguazes-Leopoldina é a terceira sociedade anônima a obter registro na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.
    1908: A empresa inaugura sua primeira hidrelétrica, a Usina Maurício, com 800 kW de potência, uma das geradoras pioneiras do país.
    1910: Aquisição dos Serviços Elétricos de Muriaé, MG.
    1911: Pagamento dos primeiros dividendos.
    1912: ampliação da Usina Maurício para 1,2 MW.
    1918: Aquisição da Companhia Pombense de Eletricidade, em Rio Pomba (MG) e da Usina Coronel Domiciano, em Muriaé (MG).
    1925: A Cataguazes-Leopoldina se torna uma das primeiras empresas no mundo a dar participação aos empregados nos lucros.
    1928: Construção da Usina Ituerê, de 4 MW, no município de Rio Pomba, MG.
  • 1949-1999

    1949 Aquisição da Empresa Força e Luz Além Paraíba, no município de Além Paraíba, MG.
    1956: Entrada em operação da primeira turbina da Nova Usina Maurício, de 5 MW.
    1958: Entrada em operação da segunda turbina da Nova Usina Maurício, também de 5 MW.
    1970: Entrada em operação da terceira turbina da Nova Usina Maurício, de 11,2 MW. Aquisição de um Grupo Diesel para geração térmica, de 5,5 MW, em Cataguases. Mudança de frequência da distribuição de 50 para 60 Hz.
    1971: Primeira emissão pública de ações da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, atual Energisa Minas Gerais.
    1977: Aquisição da Companhia Leste Mineira de Eletricidade, em Manhuaçu, MG.
    1983: Inauguração da Usina do Glória, de 13 MW, em Muriaé.
    1994: Aquisição da Empreza Industrial Mirahy S/A, fornecedora de energia elétrica no município de Miraí, MG.
    1995: Repotenciação da Usina de Coronel Domiciano.
    1996: Aquisição da concessão do Município de Sumidouro (RJ) e Repotenciação da Usina de Neblina, em Ipanema (MG).
    1997: Aquisição em leilão da Companhia de Eletricidade de Nova Friburgo (CENF), atual Energisa Nova Friburgo, em junho, por R$ 56,2 milhões, em Nova Friburgo, RJ. Aquisição em dezembro da Energipe (Empresa Energética de Sergipe), atual Energisa Sergipe, por R$ 577,1 milhões, com 353 mil consumidores, através de leilão de privatização.
    1998: Ínício de operação da usina PCH Cachoeira do Emboque, de 21,4 MW, no município de Raul Soares, MG.
    1999: Fundação da Cat-Leo Energia S/A, empresa de geração e construção de usinas hidrelétricas do então Sistema Cataguazes-Leopoldina. Aquisição em novembro da CELB (Companhia Energética da Borborema), em Campina Grande, PB, por R$ 87,4 milhões, em leilão de privatização. Início de operação da usina PCH Ervália, de 6,9 MW, no município de Ervália, MG.
  • 2000-2015

    2000: Aquisição em novembro da Saelpa (Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba), por R$ 363,0 milhões, em leilão de privatização.
    2001: Entra em operação a usina PCH Benjamim Baptista, de 9,5 MW, no município de Manhuaçu. Através da então Cat-Leo Energia S/A, a Cataguazes-Leopoldina inicia a construção de 5 novas PCHs na Zona da Mata de Minas Gerais, num total de 100 MW. Investimento de cerca de R$ 250 milhões e geração de 2.500 empregos nas obras das PCHs Ivan Botelho I, II e III; Ormeo Junqueira Botelho e Túlio Cordeiro de Melo, além do início das obras de construção da Usina Termelétrica de Juiz de Fora (UTEJF), primeira termelétrica a gás natural de Minas Gerais.
    2002: A Cataguazes-Leopoldina ganha o Prêmio Abradee de melhor empresa do Sudeste e a Energipe o Prêmio Abradee de melhor empresa do Nordeste. A empresa se lançou em outra empreitada de vulto, iniciando simultaneamente as obras de cinco novas PCHs, todas na Zona da Mata Mineira.
    2003: Entram em operação as PCHs Ivan Botelho I e II, Túlio Cordeiro de Melo e Ormeo Junqueira Botelho. A Cataguazes-Leopoldina ganha o Prêmio Abradee de melhor empresa em responsabilidade Social do setor elétrico brasileiro.
    2004: Entra em operação a PCH Ivan Botelho III. A Cataguazes-Leopoldina ganha novamente o Prêmio Abradee de melhor empresa em responsabilidade social do setor elétrico brasileiro e também o Prêmio Abradee de melhor Qualidade da Gestão. A Energipe ganha novamente o Prêmio Abradee de melhor empresa do Nordeste. No mesmo ano a empresa expandiu seu know how em construção de usinas hidrelétricas para terceiros e para além das fronteiras de Minas, iniciando a construção de duas PCHS no Mato Grosso.
    2005: A empresa conclui a construção da PCH Ombreiras, de 26 MW, primeira hidrelétrica construída para terceiros. No mesmo ano a Cataguazes-Leopoldina ganha pela terceira vez consecutiva o Prêmio Abradee de melhor empresa em Responsabilidade Social do setor elétrico brasileiro e CELB o Prêmio Abradee de melhor Qualidade da Gestão.
    2006: A Energia do Brasil Participações Ltda é adquirida pela Multipar S/A, uma empresa do Sistema Cataguazes-Leopoldina. A Cataguazes-Leopoldina ganha pela quarta vez consecutiva o Prêmio Abradee de melhor empresa em Responsabilidade Social do setor elétrico brasileiro e é bicampeã em Qualidade da Gestão. CELB recebe o Prêmio de Melhor Evolução de Desempenho. Concluída a construção da PCH Canoa Quebrada, de 28 MW, também no Mato Grosso, de propriedade da Amper Energia S/A.
    2007: Sistema Cataguazes-Leopoldina conclui Plano de Desverticalização. A Energisa torna-se a holding do SCL e substitui a Cataguazes-Leopoldina na Bolsa. A Energisa aliena a Zona da Mata Geração, detentora de 11 pequenas centrais hidrelétricas (45 MW). Cataguazes-Leopoldina é pentacampeã em Responsabilidade Social e Melhor em Qualidade de Gestão, segundo Abradee. Energipe e Saelpa recebem também o Prêmio Abradee de Melhor Qualidade de Gestão. Energipe é vencedora do Prêmio IASC - Índice Aneel de Satisfação do Consumidor na região Nordeste.
    2008: O Grupo Cataguazes-Leopoldina se transformou em Grupo Energisa e tem uma nova marca. Os acionistas do Grupo Energisa aprovaram as novas denominações sociais das suas subsidiárias. Todas as empresas passaram a ter o prefixo Energisa, além do nome que as identifica com a sua região de atuação ou atividade, consistentes com a unificação sob a nova marca Energisa. Dessa forma, as razões sociais passaram a ser as seguintes:

    • Energisa Minas Gerais - Distribuidora de Energia S/A, em substituição à CFLCL;
    • Energisa Nova Friburgo - Distribuidora de Energia S/A, em substituição à CENF;
    • Energisa Sergipe - Distribuidora de Energia S/A, em substituição à Energipe;
    • Energisa Borborema - Distribuidora de Energia S/A, em substituição à CELB;
    • Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S/A, em substituição à Saelpa;
    • Energisa Soluções S/A, em substituição à Cat-Leo Cise;
    • Energisa Comercializadora de Energia Ltda, em substituição à Cat-Leo Comercializadora de Energia Ltda;
    • Energisa Serviços Aéreos de Prospecção S/A, em substituição à Cataguazes Serviços Aéreos de Prospecção S/A.
    2009: Incorporação de todas as ações de emissão das subsidiárias pela Energisa S/A e intensificação dos projetos de geração de energia elétrica, com a construção de três novas PCHs - Caju, São Sebastião do Alto e Santo Antônio, juntas com capacidade de 31 MW de geração.
    2010: Energisa ingressa na geração de energia elétrica por fonte eólica. A empresa construirá cinco parques eólicos no Estado do Rio Grande do Norte, com investimentos que totalizarão R$ 560 milhões.
    2011: Entram em operação comercial as PCHs Caju (10MW) e São Sebastião do Alto (13,2 MW) e inicia a construção da PCH Zé Tunin, com 8 MW de potência instalada. Em dezembro de 2011, a Energisa adquire duas termelétricas pertencentes à Tonon, localizadas nas usinas de Bocaina (SP) e Maracaju (MS), totalizando 60 MW de energia. Em novembro, a empresa adquiriu a PCH Cristina, localizada no Rio Lambari, no município de Cristina (MG), com potência instalada de 3,8 MW.
    2012: A Energisa Geração concluiu a aquisição de ativos de geração elétrica a partir de biomassa de cana-de-açúcar. Em fevereiro entrou em operação comercial a PCH Santo Antônio de 8 MW e em dezembro a primeira unidade geradora (4 MW) da PCH Zé Tunin, de 8 MW.
    2013: A Energisa Geração colocou em operação comercial, em março de 2013, a segunda unidade geradora da PCH Zé Tunin (8MW) e está construindo, simultaneamente, cinco usinas eólicas no Rio Grande do Norte (Renascença I, II, III, IV e Ventos de São Miguel), que juntas constituem um Parque Eólico de 75 aerogeradores com capacidade instalada de 150 MW e produção de 614 GWh por ano, capazes de fornecer energia renovável para 1,4 milhão de pessoas.
    2014: Conclusão, em 11 de abril, da transferência do controle acionário do Grupo Rede para a Energisa. Com a aquisição, a Energisa passa a atender a aproximadamente 6,4 milhões de consumidores, ou uma população de 16 milhões de pessoas, em 788 municípios de nove estados, em todas as regiões do país. A compra posiciona a Energisa como o sexto maior grupo de distribuição de energia elétrica do Brasil em número de clientes. Além disso, a Energisa vendeu os ativos de geração de energia elétrica em operação e em construção detidos pela empresa para a São João Energética S.A., FIP Investimentos Sustentáveis e Brookfield Energia Renovável S.A., empresas indiretamente controladas pela Brookfield Renewable Energy Partners.
    2015: Comemoração de 110 anos do Grupo Energisa e o marco de um ano da integração das novas empresas ao Grupo. Foi concluído um forte trabalho na inserção dessas empresas no cenário e na marca da Energisa. Foi também o ano da criação da nova tagline da empresa: "Energisa, Ligada na sua energia".