Desempenho econômico-financeiro


Em 2015, a Energisa apresentou receita operacional bruta consolidada, sem a receita de construção, a qual é atribuída margem zero, de R$ 17,2 bilhões, ante R$ 10,5 bilhões registrados em 2014, um expressivo crescimento de 64,1% (R$ 6,7 bilhões).

A receita operacional líquida consolidada, igualmente sem a receita de construção, aumentou 42,1% (R$ 3,1 bilhões) no ano, para R$ 10,5 bilhões. As receitas líquidas provenientes das operações de distribuição de energia, no montante de R$ 11,5 bilhões, foram equivalentes a 95,0% da receita operacional total, em 2015, nos diversos segmentos de atuação do Grupo Energisa.

Receitas Líquidas das Subsidiárias
por Segmento de Atividade:

Exercício
Receita líquida por segmento
(Valores em R$ milhões)
2015 2014 Var. %
I - Segmento - Distribuição de energia elétrica 11.474,4 9.217,9 + 24,5
Energisa Mato Grosso (*) 3.483,4 2.637,9 + 32,1
Energisa Mato Grosso do Sul (*) 2.031,7 1.663,5 + 22,1
Energisa Paraíba 1.469,4 1.299,4 + 13,1
Energisa Sergipe 983,5 912,0 + 7,8
Energisa Tocantins (*) 1.090,7 758,2 + 43,9
Energisa Minas Gerais 597,9 491,1 + 21,7
Caiuá (*) 445,9 356,7 + 25,0
Vale Paranapanema (*) 339,7 279,9 + 21,4
Bragantina (*) 304,5 245,2 + 24,2
Energisa Borborema 257,3 186,7 + 37,8
Nacional (*) 221,3 186,2 + 18,9
Energisa Nova Friburgo 143,9 113,9 + 26,3
Força e Luz do Oeste (*) 105,2 87,2 + 20,6
II - Segmento - Comercialização e serviços de energia 629,8 548,6 + 14,8
Energisa Comercializadora 393,8 405,8 - 3,0
Energisa Soluções 132,3 71,9 + 84,0
Energisa S/A 57,6 57,1 + 0,9
Outras 46,1 13,8 + 234,1
(=) Total – Segmentos I+II 12.104,2 9.766,5 + 23,9
(=) Energisa Consolidada 11.935,1 8.279,6 + 44,2
(-) Receitas de construção 1.381,5 853,0 + 62,0
(=) Energisa Consolidada, sem receita de construção 10.553,6 7.426,6 + 42,1
(*) Para efeito comparativo, foram consideradas as receitas das empresas adquiridas da Rede Energia como se fossem controladas pela Energisa em todo o ano de 2014.

Revisões e reajustes tarifários

Em 2015, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) concedeu Revisão Tarifária Extraordinária (RTE) diferenciada para todas as concessionárias de distribuição de energia elétrica do país, com o objetivo de adequar a cobertura tarifária dos custos atuais com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e compra de energia. A RTE aplicada teve por objetivo adequar a cobertura tarifária dos custos atuais com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e a compra de energia. Adicionalmente, em 2015 foram concedidos reajustes tarifários para as subsidiárias do Grupo Energisa.

Os efeitos médios percebidos pelos consumidores da referida revisão e dos reajustes tarifários foram os seguintes:

RTE Reajustes Tarifários - Efeito médio
Distribuidora Aumento (%) % Vigência
Energisa Borborema 5,7 39,55 4 de fevereiro
Energisa Mato Grosso 26,8 - 0,38 8 de abril
Energisa Mato Grosso do Sul 27,9 3,22 8 de abril
Energisa Sergipe 8,0 13,26 22 de abril
Caiuá 32,4 1,85 10 de maio
Vale Paranapanema 29,4 - 0,09 10 de maio
Bragantina 38,5 - 0,23 10 de maio
Nacional 35,2 - 3,62 10 de maio
Energisa Minas Gerais 26,9 3,06 18 de junho
Energisa Nova Friburgo 26,0 14,07 18 de junho
Força e Luz do Oeste 31,9 16,54 29 de junho
Energisa Tocantins 4,5 5,88 4 de julho
Energisa Paraíba 3,8 10,79 28 de agosto

O Grupo Energisa, por meio de suas subsidiárias, recebeu também o montante de R$ 146,3 milhões, provenientes dos recursos da conta ACR (Conta no Ambiente de Contratação Regulada), repassados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE para a cobertura da exposição involuntária no Mercado de Curto Prazo (MCP) e o despacho termoelétrico vinculado aos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado, na modalidade por disponibilidade (CCEAR-D), relativo aos meses de novembro e dezembro de 2014. Os valores foram registrados como redução dos custos de energia comprada e de encargos de serviço do sistema.

O Grupo Energisa também recebeu o montante de R$ 747,9 milhões, referentes a subsídios tarifários concedidos aos consumidores de baixa renda, rurais irrigantes e serviços públicos, através da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), em cumprimento ao disposto no Decreto nº 7.891 de 2013. Esses recursos, por sua vez, foram registrados como receita operacional. Os valores por distribuidora são os seguintes:

Distribuidora Recursos ACR – Cobertura
de Custos (R$ milhões)
Recursos Decreto 7.891
e Baixa Renda (R$ milhões)
Total
(R$ milhões)
Energisa Mato Grosso 8,1 231,9 240,0
Energisa Mato Grosso do Sul 14,3 160,9 175,2
Energisa Paraíba 25,7 128,1 153,8
Energisa Tocantins 35,4 62,6 98,0
Energisa Minas Gerais 11,5 76,0 87,5
Energisa Sergipe 26,0 59,5 85,5
Energisa Borborema 7,6 12,8 20,4
Caiuá 6,7 4,1 10,8
Bragantina 6,2 1,7 7,9
Vale Paranapanema 1,1 4,0 5,1
Nacional 3,7 0,9 4,6
Energisa Nova Friburgo - 3,4 3,4
Força e Luz do Oeste - 2,0 2,0
Total 146,3 747,9 894,2

Bandeiras tarifárias

Em janeiro de 2015 entrou em prática nas contas de energia elétrica o “Sistema de Bandeiras Tarifárias”, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que tem por objetivo aliviar o dispêndio de caixa das distribuidoras no curto prazo.

As receitas consolidadas auferidas pela Energisa provenientes das bandeiras tarifárias em 2015 foram de pouco mais de R$ 1 bilhão.

Em fevereiro de 2016, a Aneel reduziu em 40% o valor da tarifa adicional da bandeira amarela: de R$ 2,50 para R$ 1,50. A bandeira vermelha também foi dividida em dois patamares: o patamar 1, já chamado de “bandeira rosa”, com cobrança extra de R$ 3,00 para cada 100 KWh consumidos; e o patamar 2, de cor vermelha, que mantém o valor de R$ 4,50 por 100 kWh. Mensalmente, a Aneel sinaliza uma das quatro bandeiras previstas - de acordo com as informações prestadas pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), com base na capacidade de geração de energia elétrica no país - aplicada no primeiro dia do mês posterior à data de divulgação.

Despesas operacionais

Em 2015, as despesas operacionais consolidadas, excluindo os custos de construção, totalizaram R$ 9,7 bilhões, crescimento de 50,0% (R$ 3,2 bilhões) em relação a 2014. Desse total, o crescimento das despesas controláveis foi de 27,5% (R$ 373,1 milhões). Já as despesas não controláveis de compra de energia elétrica e transporte apresentaram evolução de 60,4% (R$ 2,6 bilhões) no período. Esse expressivo crescimento decorre fundamentalmente da base comparativa de setembro de 2014, que inclui apenas as despesas operacionais das empresas adquiridas do Grupo Rede a partir de 11 de abril de 2014.

A composição das despesas operacionais consolidadas pode ser assim demonstrada:

Exercício
Composição das despesas operacionais
(R$ milhões)
2015 2014
(Reclassificada)
Variação
R$ milhões
1 Despesas controláveis 1.728,7 1.355,6 + 373,1
1.1 Pessoal (inclui fundo de pensão) 868,9 699,9 + 169,0
1.2 Material 138,2 93,0 + 45,2
1.3 Serviços de terceiros 721,6 562,7 + 158,9
2 Despesas não controláveis (compra de energia e transporte) 6.932,5 4.326,4 + 2.606,1
3 Depreciação e amortização 699,9 591,4 + 108,5
4 Provisões contingências e devedores duvidosos (72,1) (77,8) + 5,7
5 Outras despesas/receitas 399,9 264,0 + 135,9
Subtotal 9.688,9 6.459,6 + 3.229,3
6 Custo de construção (*) 1.381,5 853,0 + 528,5
Total 11.070,4 7.312,6 + 3.757,8
(*) Os custos de construção estão representados pelo mesmo montante em receita de construção. Tais valores são de reconhecimento obrigatório pela ICPC 01 – Contratos de Concessão e correspondem aos custos de construção de obras de ativos da concessão de distribuição de energia elétrica, sendo o custo de construção igual à receita de construção.

Considerando as despesas controláveis (pessoal, material e serviços de terceiros) das distribuidoras, em 2015, verifica-se um aumento de 3,5% (R$ 56,0 milhões) sobre o montante registrado em 2014 e bem inferior em relação a inflação no período, fruto dos ganhos de sinergia e racionalização de custos, conforme quadro a seguir:

Exercício
Despesas controláveis das distribuidoras (R$ milhões) 2015 2014 Var. %
Energisa Mato Grosso 446,0 422,4 + 5,6
Energisa Mato Grosso do Sul 303,0 284,5 + 6,5
Energisa Paraíba 230,2 213,6 7,8
Energisa Tocantins 197,2 200,1 - 1,4
Energisa Sergipe 144,7 145,5 - 0,5
Energisa Minas Gerais 108,1 102,0 + 6,0
Caiuá 55,0 57,0 - 3,5
Vale Paranapanema 40,0 42,5 - 5,9
Bragantina 38,5 40,3 - 4,5
Energisa Borborema 33,8 32,0 + 5,6
Energisa Nova Friburgo 30,8 29,5 + 4,4
Nacional 27,5 28,9 - 4,8
Força e Luz do Oeste 13,0 13,5 - 3,7
Total 1.667,8 1.611,8 + 3,5
Obs.: Despesas controláveis = pessoal, material e serviços de terceiros.

Lucro líquido e geração de caixa (EBITDA)

Em 2015, a Energisa registrou lucro líquido consolidado de R$ 351,4 milhões, contra R$ 304,7 milhões, em 2014, o que representa um aumento de 15,3%. Importante ressaltar que esse desempenho em 2015:

Ressalte-se, ainda, que o resultado de 2014 está acrescido de R$ 20,2 milhões, decorrentes dos benefícios de adesão ao REFIS (liquidação de débitos de ICMS) por empresas adquiridas do Grupo Rede.

A composição destes crescimentos está demonstrada no quadro abaixo:

Exercício
Composição da Geração de Caixa
( R$ milhões)
2015 2014
(Reclassificada)
Variação
R$ milhões
(=) Lucro líquido consolidado 351,4 304,7 + 15,3
(-) Contribuição social e imposto de renda (138,2) (21,9) + 531,1
(-) Equivalência patrimonial - (3,6) -
(-) Resultado financeiro (1.045,9) (635,9) + 64,5
(-) Depreciação e amortização (699,9) (591,4) + 18,3
(=) Geração de caixa (EBITDA) 2.235,4 1.557,5 + 43,5
(+) Receitas de acréscimos moratórios 168,4 114,7 + 46,8
(=) Geração ajustada de caixa (EBITDA Ajustado) 2.403,8 1.672,2 + 43,8
(-) Receitas de venda de ativos 670,8 (0,9) -
(=) Geração ajustada de caixa, sem efeito da venda de ativos 1.733,0 1.673,1 + 3,6
Margem do EBITDA ajustado, sem efeito da venda dos ativos (%) 20,2 20,2 -

A seguir, o lucro líquido consolidado da Energisa e das suas subsidiárias por segmento:

Exercício
Lucro Líquido 2015 2014 Var. %
Distribuição de energia elétrica
Energisa Paraíba 107,0 119,4 - 10,4
Energisa Mato Grosso do Sul (*) 109,6 33,4 + 228,1
Energisa Mato Grosso (*) 45,2 104,8 - 56,9
Energisa Tocantins (*) 68,4 66,8 + 2,4
Energisa Minas Gerais 25,0 23,0 + 8,7
Energisa Borborema 44,1 2,6 + 1.596,2
Vale Paranapanema (*) 31,6 17,3 + 82,7
Caiuá (*) 93,7 20,1 + 366,2
Nacional (*) 19,9 25,1 - 20,7
Força e Luz do Oeste (*) 6,5 4,9 + 32,7
Energisa Nova Friburgo 5,8 2,3 + 152,2
Energisa Sergipe (22,0) 102,2 -
Bragantina (*) 4,6 30,0 - 84,7
Comercialização e serviços
Energisa Comercializadora 0,9 6,8 - 86,8
Energisa Soluções (10,5) (1,1) + 854,5
Outras operacionais 7,9 3,1 + 154,8
Energisa Consolidada 351,4 304,7 + 15,3
(*) Para efeito comparativo, foram considerados os resultados das empresas da Rede Energia como se fossem controladas pela Energisa em todo o ano de 2014.

As gerações de caixa (EBITDA e EBITDA Ajustado)
por subsidiária da Energisa em 2015 são as seguintes

EBITDA EBITDA Ajustado (**)
Geração de Caixa (R$ milhões) Valor Var. % (*) Valor Var. % (*)
Distribuição de energia elétrica 1.534,6 + 13,6 1.703,1 + 16,1
Energisa Mato Grosso 311,5 - 15,4 366,2 - 10,3
Energisa Paraíba 306,4 + 33,2 339,6 + 35,9
Energisa Mato Grosso do Sul 271,1 + 52,8 278,5 + 52,4
Energisa Sergipe 171,6 - 18,5 187,6 - 16,2
Energisa Tocantins 130,0 + 65,0 151,5 + 60,8
Energisa Minas Gerais 84,3 + 4,6 92,3 + 7,0
Caiuá 53,0 + 4,7 59,2 + 8,0
Bragantina 43,8 - 12,7 48,3 - 8,9
Energisa Borborema 59,9 + 420,9 63,6 + 351,1
Vale Paranapanema 48,7 + 27,5 52,9 + 29,3
Energisa Nova Friburgo 15,2 + 34,5 18,6 + 45,3
Nacional 28,1 - 13,0 31,3 - 9,0
Força e Luz do Oeste 11,0 + 2,8 13,4 + 12,6
Comercialização e serviços de energia 17,4 - 82,5 17,4 - 82,5
Energisa Comercializadora 5,1 - 60,2 5,1 - 60,2
Energisa Soluções (3,7) - (3,7) -
Outras operacionais 16,0 + 193,7 16,0 + 193,7
Energisa Consolidada 2.235,4 + 43,5 2.403,8 + 43,8
(*) Variação percentual sobre o ano anterior.
(**) EBITDA Ajustado = EBITDA + Receitas de acréscimos moratórios

Importante destacar o desempenho das empresas distribuidoras do Grupo Energisa frente ao EBITDA regulatório. Este desempenho mostra que as empresas distribuidoras buscam sistematicamente maximizar sua eficiência buscando retornos acima dos limites mínimos regulatórios, como os indicados nos gráficos abaixo:

Comparativo EBITDA Regulatório X EBITDA
Valores em R$ milhões

Energisa consolidada perdas totais de energia

Custo e prazo médio do endividamento

O custo médio do endividamento ao final de 2015 ficou em 14,54% ao ano (11,79% ao ano em 31 de dezembro de 2014). Em dezembro de 2015, o prazo médio das dívidas ficou em 5,8 anos.

Dívida Bancária e de Emissão Consolidada
por Indexador (R$ milhões)

Dívida Bancária e de Emissão Consolidada por Indexador  (R$ milhões)

Obs.: O endividamento em moeda estrangeira conta com swaps para taxa em CDI e outros instrumentos de proteção contra variação cambial adversa, cujo saldo em dezembro de 2015 representa um ativo líquido de R$ 27,0 milhões.
(1) Dívida em dólar convertida para CDI, com limitador de proteção. | (2) Dívida em dólar convertida para CDI, sem limitador de proteção.

Cronograma de amortização das dívidas

O cronograma de amortização dos empréstimos, financiamentos, encargos de dívidas e debêntures consolidados da Energisa, em 31 de dezembro de 2015, vis-à-vis o caixa, está representado pelo gráfico abaixo:

Caixa/Aplicações Financeiras/Créditos Setoriais
e Amortização de Dívidas Bancárias e de Emissão - (R$ milhões)

Dívida Bancária e de Emissão Consolidada por Indexador  (R$ milhões)

As dívidas por distribuidora da Energisa,
em 31 de dezembro de 2015

Dívidas líquidas - (R$ milhões) EPB ESE EMG EBO ENF EMT EMS
Curto Prazo 211,4 141,8 110,4 25,4 31,8 238,7 138,1
Empréstimos, financiamentos e arrendamentos 192,8 77,7 97,6 32,9 34,2 119,4 76,9
Debêntures - 13,2 - - - 60,6 51,4
Encargos de dívidas 3,6 3,3 4,1 0,4 1,3 3,8 2,8
Parcelamento de impostos e déficit atuarial 10,6 16,5 0,6 - 0,1 3,5 0,1
Parcelamento de encargos setoriais - - - - - 17,8 -
Parcelamento energia comprada Itaipu - - - - - 39,0 -
Instrumentos financeiros derivativos líquidos 4,4 31,1 8,1 (7,9) (3,8) (5,4) 6,9
Longo Prazo 652,7 684,3 222,9 39,0 38,5 1.748,9 860,0
Empréstimos, financiamentos e arrendamentos 655,3 584,3 258,8 39,0 51,1 902,0 538,1
Debêntures - 36,0 - - - 395,6 351,6
Parcelamento de impostos e déficit atuarial 67,2 105,4 1,7 - 0,4 7,9 0,1
Parcelamento de encargos setoriais - - - - - 134,0 -
Parcelamento energia comprada Itaipu - - - - - 312,1 -
Instrumentos financeiros derivativos líquidos (69,8) (41,4) (37,6) - (13,0) (2,7) (29,8)
Total das dívidas 864,1 826,1 333,3 64,4 70,3 1.987,6 998,1
(-) Disponibilidades financeiras 258,0 115,6 89,8 45,4 16,9 331,8 310,3
(-) Créditos CDE 29,4 8,7 8,3 2,2 0,4 118,2 36,0
(-) Créditos CCC - - - - - 39,7 -
(-) Créditos CVA 7,4 10,7 24,1 10,3 3,7 150,0 111,0
Total das dívidas líquidas 569,3 691,1 211,1 6,5 49,3 1.347,9 540,8
Indicadores Relativos
Dívidas líquidas / EBITDA Ajustado (1) 1,7 3,7 2,3 0,1 2,7 3,7 1,9
Dívidas líquidas / Patrimônio líquido + Dívidas líquidas (%) 45,0 68,0 56,5 4,8 44,0 50,0 40,9
(1) EBITDA Ajustado = EBITDA + Receitas de acréscimos moratórios
Dívidas líquidas - (R$ milhões) ETO CAIUÁ EDEVP EEB CNEE CFLO
Curto Prazo 117,9 12,1 25,3 67,4 13,5 26,8
Empréstimos, financiamentos e arrendamentos 79,2 1,7 25,1 60,8 12,5 30,1
Debêntures 10,3 - - - - -
Encargos de dívidas 3,3 0,5 0,5 1,2 0,3 1,2
Parcelamento de impostos e déficit atuarial 0,3 4,2 3,2 3,1 2,4 1,6
Parcelamento de encargos setoriais 2,6 - - - - -
Parcelamento energia comprada Itaipu - - - - - -
Instrumentos financeiros derivativos líquidos 22,2 5,7 (3,5) 2,3 (1,7) (6,1)
Longo Prazo 544,2 152,6 31,6 99,4 26,2 5,4
Empréstimos, financiamentos e arrendamentos 544,0 179,4 12,4 84,8 11,7 3,7
Debêntures 40,1 - - - - -
Parcelamento de impostos e déficit atuarial 0,4 25,3 19,2 18,8 14,5 1,7
Parcelamento de encargos setoriais 19,2 - - - - -
Parcelamento energia comprada Itaipu - - - - - -
Instrumentos financeiros derivativos líquidos (59,5) (52,1) - (4,2) - -
Total das dívidas 662,1 164,7 56,9 166,8 39,7 32,2
(-) Disponibilidades financeiras 228,8 48,7 38,0 39,3 41,2 15,5
(-) Créditos CDE 27,1 1,7 1,4 1,2 7,4 0,6
(-) Créditos CCC - - - - - -
(-) Créditos CVA (0,5) 33,2 31,5 20,1 18,6 5,2
Total das dívidas líquidas 406,7 81,1 (14,0) 106,2 (27,5) 10,9
Indicadores Relativos
Dívidas líquidas / EBITDA Ajustado (1) 2,7 1,4 (0,3) 2,2 (0,9) 0,8
Dívidas líquidas / Patrimônio líquido + Dívidas líquidas (%) 39,9 37,5 (11,2) 69,0 (49,3) 34,6
(1) EBITDA Ajustado = EBITDA + Receitas de acréscimos moratórios.