Cenário macroeconômico


A atividade econômica do país entrou em recessão, com PIB 3,8% menor em 2015, contra um ligeiro aumento de 0,2% registrado em 2014. A alta da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegou a 10,7%, a maior dos últimos 13 anos e acima do teto da meta do Banco Central, que era de 6,5%. A taxa básica de juros, consequentemente, sofreu uma série de aumentos pelo Banco Central, fechando o ano em 14,25%, 2,5 pontos percentuais acima do ano anterior e 7,0 pontos percentuais acima do patamar mais baixo estabelecido em março de 2013.

Reflexo desse contexto, o consumo nacional de energia caiu 2,1% no ano, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), somando 464,7 mil GWh. O principal fator dessa queda foi a expressiva redução de 5,3% no consumo da indústria, em função do cenário desfavorável de atividade industrial ao longo do ano, em quase todos os segmentos.

Nesse cenário, o setor elétrico enfrentou um ano de desafios, o que exigiu da Companhia grande resiliência e capacidade de adaptação. As perspectivas de cenário econômico de curto prazo continuam incertas devido às projeções que apontam panorama de retração do PIB em 2016, inflação pressionada e patamar elevado das taxas de juros. Reflexo disso são as previsões de desaceleração do consumo, ampliação do desemprego e menor acesso ao crédito, o que deverá ocasionar menor crescimento do consumo de energia elétrica em 2016.

Nesse cenário, o setor elétrico enfrentou um ano de desafios, o que exigiu da Companhia grande resiliência e capacidade de adaptação. As perspectivas de cenário econômico de curto prazo continuam incertas devido às projeções que apontam panorama de retração do PIB em 2016, inflação pressionada e patamar elevado das taxas de juros. Reflexo disso são as previsões de desaceleração do consumo, ampliação do desemprego e menor acesso ao crédito, o que deverá ocasionar menor crescimento do consumo de energia elétrica em 2016.